Manobra da esquerda para legalizar aborto no Brasil é rejeitada por ministra do STF

17/10/2017

       Manobra da esquerda para legalizar aborto no Brasil é rejeitada por ministra do STF

30 de novembro de 2017

Uma manobra articulada pelos movimentos de esquerda para forçar uma brecha jurídica que terminasse, na prática, legalizando a prática do aborto no Brasil foi derrubada pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF). O PSOL, principal patrocinador da ideia, sofreu mais uma derrota na questão.

A iniciativa de tentar a legalização, via STF, teve o caso de Rebeca Mendes Silva Leite, 30 anos, que está grávida do terceiro filho, como pano de fundo. Alegando que ficará desempregada ao fim de seu contrato de trabalho temporário, disse que não terá condições de cuidar da criança quando nascer, pois paga aluguel e recebe pensão alimentícia do ex-marido.

O PSOL apresentou uma ação junto à Corte e, numa tentativa de sensibilizar a ministra, solicitou que Rebeca gravasse um vídeo com um depoimento explicando detalhes de sua situação pessoal, em termos financeiros e familiares. Além disso, pediu uma liminar para que a medida fosse estendida a todas as grávidas do país que desejassem abortar.

Na prática, o PSOL tentava a liberação do aborto de forma indireta, pois a prática estaria garantida por força de decisão judicial, mesmo que a Constituição Federal determine o contrário, em proteção à vida. Um atalho que desrespeitaria a lei e o Poder Legislativo, e uma amostra do que a militância de esquerda está disposta a fazer para impor sua visão de mundo.

Rebeca Mendes afirmou, em seu depoimento, que “jamais cogitaria violar a lei ou arriscar sua própria vida para interromper a gestação” se não estivesse desesperada. Ainda assim, a lei falou mais alto, e Rosa Weber negou todos os pedidos da ação impetrada pelo PSOL. Segundo o jornal O Globo, a íntegra da decisão com os argumentos usados pela ministra não está disponível.

Genocídio

A doutora em Filosofia do Direito e professora visitante da Universidade de Harvard, Angela Martins, afirmou que “os autores da ação utilizam uma situação de fragilidade humana para poder continuar questionando o assunto e colocar o STF na parede para uma sentença pontual”.

Em uma entrevista à Gazeta do Povo, Martins lembrou que “hoje existe a curadoria de nascituros, por meio do Estado e de outras ONGs, nacionais e internacionais, entidades religiosas e outras que recebem essas crianças para adoção”, e acrescentou: “Matar nunca é meio de combater qualquer mal e, por outro lado, não seria condizente com a nossa Constituição que protege a vida de modo incondicional”.

Já Flávio Henrique Santos, presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS) de Pernambuco, levantou outra questão de cunho filosófico que poderia ser assimilada ao Direito e ao consciente coletivo se o STF acatasse a demanda do PSOL.

“O estado de pobreza e miserabilidade pode autorizar o Estado a matar pessoas? Essas deficiências econômicas poderiam, por exemplo, justificar higienizar a sociedade, aprovar genocídios porque as pessoas não conseguem sobreviver? Pelo contrário, não seria mais adequado impulsionar o Estado a colocar ações profundas de mudança econômica para que a sociedade tenha uma vida digna? Está havendo uma grande inversão de valores; uma vida inocente não pode ser ceifada por argumentos tão desprovidos de fundamento”, opinou.

Silas Malafaia anuncia apoio à candidatura de filho de Bolsonaro ao Senado pelo RJ

17/10/2017

Silas Malafaia anuncia apoio à candidatura de filho de Bolsonaro ao Senado pelo RJ

23 de novembro de 2017

O cenário eleitoral em 2018 poderá ser o mais fragmentado dos últimos anos e, nessas circunstâncias, o pastor Silas Malafaia já começa a desenhar seu posicionamento político. Para a candidatura ao Senado no Rio de Janeiro, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) diz que pretende apoiar Flávio Bolsonaro (PSC), filho do deputado federal Jair Bolsonaro.

Atualmente, Flávio Bolsonaro é deputado estadual e tem atuado com intensidade nas redes sociais junto ao público conservador do estado fluminense. A postura de Malafaia, segundo ele mesmo declarou à revista Época, é ideológica.

“A esquerda tem seus valores, também tenho os meus”, disse o pastor, em entrevista à coluna Expresso, dirigida pelo jornalista Nonato Viegas. Flávio Bolsonaro, se sair candidato ao Senado, deverá concorrer com nomes tradicionais da política do Rio de Janeiro, como os atuais senadores Eduardo Lopes (PRB) e Lindbergh Farias (PT).

Presidência

Silas Malafaia diz que não sabe quem apoiará para candidato a presidente, mas afirma que se João Doria (PSDB) for candidato, sai na frente em sua preferência, por causa de sua experiência como empresário e como atual prefeito de São Paulo.

O político paulistano recuou no pleito de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto diante das movimentações feitas pelo governador Geraldo Alckmin dentro do PSDB, que o colocaram como virtual escolhido para a disputa.

Malafaia acredita que a postura de Doria foi estratégica: “No momento certo, ele volta”, afirmou o pastor. Há, ainda, a possibilidade do prefeito sair candidato ao governo do estado de São Paulo para substituir Alckmin ou trocar de partido para disputar a presidência por outra legenda.

Fonte: site gospel mais

Policiais abordam viciados, evangelizam e doam água e comida: ‘Quando Deus toca, o homem sente’

17/10/2017

Policiais abordam viciados, evangelizam e doam água e comida: ‘Quando Deus toca, o homem sente’

7 de novembro de 2017

A cracolândia, em São Paulo, é um reduto de dependentes químicos que, por diversas razões, terminaram abandonados pela família e rendidos ao vício, e também uma demonstração da ineficiência das políticas públicas no amparo a essas pessoas. Assim, um gesto de policiais militares que evangelizaram e oraram por um grupo de viciados em uma das cracolândias do estado se tornou viral nas redes sociais através de um vídeo.

Policiais que faziam ronda por uma linha férrea na cidade de Presidente Prudente, interior paulista, se depararam com um grupo de usuários de drogas no local, que ficou conhecido pelo mesmo apelido do reduto de usuários de droga da capital do estado.

Os PMs pararam, conversaram com aquelas pessoas, falando do poder transformador do Evangelho, e fizeram uma oração. O vídeo, gravado pelo subtenente Paulo Sérgio das Neves Rodrigues, teve mais de 345 mil visualizações em 10 dias no Facebook.

“Na data de hoje (27) Equipe ROCAM e Rádio Patrulha da Primeira Companhia do 18º BPMI, durante averiguação de tráfico de drogas na linha férrea de Presidente Prudente, depararam com várias pessoas dependentes químicas que estavam no local, após a abordagem e vistoria, os policiais militares foram impulsionados pelo Espírito Santo de Deus para que fizessem uma oração para aquelas pessoas e falassem do amor de Deus e da importância que elas têm para seus familiares e para Jesus”, explicou.

“Na oportunidade foi fornecido algo para aquelas pessoas comerem e beberem. Mesmo sendo algo muito simples, foi para todos muito importante. Nós policiais militares recebemos muito mais do que doamos. Deus é fiel, digno de toda honra e toda glória”, acrescentou o PM.

Ao portal G1, o subtenente Rodrigues afirmou que o gesto tem um significado maior do que apenas solidariedade: “A gente sempre vê praticamente as mesmas pessoas ali. Aí comecei a falar um pouco para eles como pessoas, eles falavam que é muito difícil, que não queriam estar ali e a gente entende que não queriam. Falei para eles que Jesus poderia tirá-los dali, como outros já saíram, e comecei a falar de Jesus para eles”, disse.

“Neste dia, de fato, alguns deles se comoveram, se entregaram às lágrimas. Creio que o Espírito Santo tocou no coração, porque, quando Deus toca, o homem sente. Eu sei que é muito difícil para eles, eu expliquei isso para eles. Disse que nós, policiais militares, não temos prazer em abordá-los ali, a gente queria encontrar com eles em outras situações, outros lugares”, concluiu.

Assista ao vídeo:

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